Curiosidades sobre a vida de Laurence Olivier


Nota: O texto a seguir foi traduzido por mim do original em inglês pertencente ao site Vivien Leigh & Laurence Olivier, com permissão da biógrafa Kendra Bean, autora do livro "Vivien Leigh: An Intimate Portrait", e só poderá ser reproduzido com autorização prévia.

Laurence Olivier em "Rebecca" (1942)
Foto: Reprodução

Nome completo: Laurence Kerr Olivier;
Apelidos: Larry, Larry-Boy, Kim (apelido de família, do livro de mesmo nome, de autoria de Rudyard Kipling);
Nascimento: 22 de maio de 1907, Dorking, Surrey, Inglaterra;
Cor do cabelo: Marrom escuro;
Cor dos olhos: Acinzentado/Azul;
Nacionalidade: Britânico;
Religião: Criado como Anglicano, Olivier praticamente renunciou a religião quando se envolveu em seu caso de amor com Vivien Leigh (criada como Católica Romana). No entanto, os laços com a igreja nunca o deixaram totalmente;
Visão política: Conservador;
Irmãos: Gerard Dacres (também conhecido como Dickie), Sybille (ambos mais velhos);
Pais: Gerard Kerr Olivier, um clérigo (que encorajou o seu filho mais novo a tornar-se ator), e Agnes Louise Crookenden, que morreu quando Larry tinha 12 anos;

Foto: Reprodução

Profissão: Ator de cinema e teatro, diretor e produtor;
Educação: All Saints Choir School. Seu pai decidiu que ele deveria ser um ator depois de seu irmão, Richard, ser deixado na Índia para se tornar um plantador de borracha;
Casamentos: Jill Esmond (de 30 de agosto de 1930 a 1940); Vivien Leigh (de 30 de agosto de 1940 a dezembro de 1960); Joan Plowright (de 11 de julho de 1960 a 1989);

Laurence Olivier e Vivien Leigh
Foto: Reprodução

Filhos: Larry e Jill Esmond tiveram um filho chamado Simon Tarquin (eles o chamavam pelo seu nome do meio), em 1936. Ele era padrasto da filha de Vivien Leigh, Suzanne, entretanto ele e Vivien eram incapazes de ter seus próprios filhos. Assim como Suzanne, Tarquin teve um relacionamento distante com o pai. Larry cedeu a guarda quando se casou com Vivien Leigh. Vivien estava determinada a fazer com que pai e filho se tornassem mais próximos um do outro, e Tarquin acabou se tornando amigo da madrasta. Larry teve três filhos com sua terceira esposa, Joan Plowright: Richard, Tamsim e Julie-Kate. Larry era padrinho de Victoria Tennent, Vanessa Redgrave e Johnny Mills.
Outros relacionamentos: Larry teve um caso com Claire Bloom e uma atriz mais nova chamada Dorothy Tutin no fim dos anos 1950. Há rumores de que ele teria tido um caso de dez anos com o ator Danny Kaye, mas Danny Kaye e Larry, e o próprio Tarquin, desmentem o boato. O rumor veio à tona na biografia de Larry escrita por Donald Spotto, mas não há muitas provas disso, de acordo com outros biógrafos. Em seu livro “Olivier: The Authorized Biography”, o autor Terry Coleman apresenta evidências de que Larry poderia ter se envolvido romanticamente com um ator mais velho chamado Henry Ainley, no início dos anos 1930.

Foto: Reprodução

Hobbies: Jardinagem, andar a cavalo e ler peças de teatro.
Animais de estimação: Larry presenteou Vivien com os gatos siameses favoritos delas, dos quais ele também gostava, mas ele tinha mais apreço por cachorros e cavalos. Ele adotou o cavalo em que andou no filme “Henry V” e o trouxe para sua casa em Notley Abbey. Ele e Vivien também tiveram alguns cachorros que não são muito mencionados. Quando se casou com Jill Esmond, Larry tinha um lêmure-de-calda-anelada;
Vícios: Cigarros, palavrões e bebidas;
Honrarias e títulos: Olivier recebeu o título de cavaleiro pelo Rei George em 1947. Ele tinha 40 anos de idade, e foi o ator mais novo a receber a honraria; era co-diretor na Old Vic Company nos anos 1940; diretor fundador do Chichester Festival Theatre (1962-66); diretor fundador da Royal National Theatre (1962-73); em 1970 ele foi nomeado Barão Laurence Olivier de Brighton; foi admitido na Ordem do Mérito em 1981; O Olivier Awards, versão inglesa do Tony Award, foi nomeado em sua homenagem;

Foto: Reprodução

Doenças: Nos últimos 20 anos de sua vida, Laurence Olivier sofreu inúmeras doenças. Entre elas, pedras nos rins, desordem muscular e câncer de próstata, sendo tratado e hospitalizado em 1967; quando recebeu a notícia da morte de Vivien Leigh, ele prontamente foi ao apartamento dela; 
Morte: 11 de julho de 1989, em sua casa, em Steyning, West Sussex, por complicações advindas da desordem muscular. Ele tinha 82 anos.
Larry foi enterrado no Poet’s Corner na Abadia de Westminster, em Londres, ao lado de outros famosos artistas britânicos como Thomas Hardy, Rudyard Kipling, Charles Dickens, e Robert Browning. Havia um debate sobre se ele seria enterrado na Abadia ou na cidade de St. Paul. Mas a Abadia não queria perder a concorrência. No velório estiveram presentes amigos e colegas famosos. Sua atual esposa, Joan Plowright, e sua primeira esposa, Jill Esmond, também estiveram lá. A única que faltava era Vivien. Ela morreu 22 anos antes.

Autora: Kendra Bean
Artigo original em: Vivien Leigh & Laurence Olivier
Tradução para o português: Rafaella Britto

Império Retrô

Criado em 2010 por Rafaella Britto, o blog Império Retrô aborda a influência do passado sobre o presente, explorando os diálogos entre moda, arte e comportamento.

4 comentários:

  1. Ele era muito mulherengo,tbm um homem lindo desse tinha q ser mesmo, adoro vários de seus filmes e tenho uma coleção razoável de fotos dele e da vivien.
    Beijos
    cherrycriis.blogspot.com

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    1. Mas não tenha dúvidas, Larry foi um dos homens mais belos do cinema, sou completamente ensandecida e chego a perder a concentração no enredo quando estou assistindo a qualquer filme com ele. =P Larry e Vivling são um dos meus casais favoritos!

      Beijos!

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  2. A primeira vez que assisti Larry foi em "O morro dos ventos uivantes" e achei incrível , depois disso virei fã, era realmente um homem lindo e absurdamente talentoso, um dos grandes de sua epoca, deixou uma obra divina .

    Ótimo post.

    Bjus.
    www.misscherry.com.br

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    1. Concordo com cada palavra sua, Laís! Lindo e absurdamente talentoso, e não somente um dos grandes de sua época, mas considerado por muitos como o maior de todos os tempos!

      Beijos,
      Rafaella.

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